sábado, 24 de novembro de 2007

O cachorro que mudou o mundo...


Um professor observou como seu cachorro maltês não ficava só esperando por carinhos. Ora deitava-se no chão de barriga para cima, ora ficava passando a pata sobre a orelha, sugerindo o que queria.


O professor reconheceu a eficiência dessa estratégia de tomar a iniciativa de busca e aplicou-a também com sucesso. Um dia, em sala da aula, casualmente mencionou como o cachorro foi seu mestre, e contou aos alunos como ele fazia.


No dia seguinte, uma das alunas deu um feedback. Seu marido ocupado, ela disse que se lembrou do cachorro e tomou a iniciativa, também com sucesso.



[fim da parte verídica e início da futurologia]



Aquela aluna, na semana seguinte, contou para três amigas o ocorrido. Uma se esqueceu, a outra não estava buscando nada e a terceira aplicou a estratégia, com o mesmo sucesso. Esta então contou para várias amigas e amigos, e devido ao seu jeito entusiasmado, três compraram a idéia, e buscaram aplicar o método proativo de obtenção de carinho do cachorro.


Ao final do primeiro ano, mais de 100 pessoas haviam obtido sucesso em conseguir carinhos. Após vinte anos, eram mais de 100 mil. Os que se tornaram pais e mães ensinaram para seus filhos e filhas e, ao final de 50 anos, mais de 10 milhões de pessoas estavam aplicando a estratégia.


Um século depois, 200 ou 300 milhões de pessoas estavam diferentes porque um dia um simpático cachorrinho maltês pediu carinho esfregando a patinha na orelha.


Seus atos ecoam pela eternidade...

sábado, 25 de agosto de 2007

ACEITANDO MINHAS ASAS...











"O Rato"








Houve um tempo, em que, um rato, apaixonado pelas aves, que voavam pelos céus, fez um pedido a uma estrela:


- Quero voar como as aves, quero ganhar os céus!
Disse ele.

E a estrela, atendeu seu pedido, ante à paixão contida nele.
E ele feliz com suas asas, começou a voar, e foi se ajuntar as aves, chegou todo feliz.

- Vê, sou como vós, tenho asas, sou uma ave!!!
Exultou feliz.
- Não, você não é uma ave, olhe-se, tua aparência é horrível, és apenas um rato com asas.
Afirmaram as aves, com grande desprezo.

E, ele, voltou, triste, para junto dos ratos, mas estes também não o aceitaram.
- Não, tú não é um de nós, nós não temos asas, e, tú, és um rato com asas, afaste-se!E enxotaram.

E foi ele, sozinho, viver em uma caverna, só saindo a noite, e durante o dia retornava para seu buraco escuro, pois não era mais um rato, nem seria uma ave, era apenas ... um rato...com asas...
Sozinho, escondido nas sombras, nunca mais seria o mesmo, nunca ganharia os céus ...
Tudo porque ousou viver, ousou voar, ousou sonhar, Assim nasceu o morcego.

[...]

Resolvi escrever este texto após conversar com meu amigo CORAÇÃO DE PEDRA.

Muitas vezes somos rejeitados por ousarmos sonhar, por ousarmos voar, e não mais somos aceitos, creio que muitas pessoas já se sentiram assim, sonham em voar, e quando conseguem suas asas, são "abatidos" pelos que se consideram "aves"
Não sei se consegui passar no texto o que eu quero dizer, mas sei que algumas pessoas vão entender, e a estes deixo minha admiração... e meu afeto!

Há muitas pessoas para nos abater, e não aceitar que podemos voar, não podemos, por causa destes, nos esconder, em buracos, e esquecer quem somos, porque fomos atrás do sonho de voar...

Um tempo atrás postei um texto sobre aceitar nossas asas:

Todas as aves tem asas, mas nem todas as aves voam, há quem seja um avestruz, ou um pinguim, isso não nos desmerece, o avestrus é forte e rápido, o pinguim, ô bichinho elegante, e como nada...
Às vezes tenho a impressão de que não fui feito para voar, não sei,..., mas passei a aceitar minhas asas, se elas não me derem os céus, que me façam elegante, ou rápido, não sei...só sei que passei a ACEITAR MINHAS ASAS!

domingo, 10 de junho de 2007

AS ESCOLHAS DE UMA VIDA...


AS ESCOLHAS DE UMA VIDA (certas e erradas)A certa altura do filme Crimes e Pecados, o personagem interpretado por Woody Allen diz: "Nós somos a soma das nossas decisões". Esta frase se acomodou na minha massa cinzenta e de lá não quis mais sair. Compartilho do "certicismo" de Allen: A gente é o que a gente escolhe ser, o destino pouco tem a ver com isso. Desde pequenos aprendemos que, ao fazer uma opção, estamos descartando outra, e de opção em opção vamos tecendo essa teia que convencionamos chamar "minha vida".


Não é fácil. Quando se escolhe ser diplomata, se está abrindo mão de ser publicitário.


Ao optar pela vida de doutora, será quase impossível conciliar com contadora. No amor, a mesma coisa: Namora-se um(a), outro(a), e mais outro(a), num excitante vaivém de romances.Até que chega um momento em que é preciso decidir entre passar o resto da vida sem compromisso formal com alguém.


Apenas vivenciando amores e deixando-os ir embora quando se findam, ou casar, e através do casamento fundar uma microempresa, com direito a casa própria, orçamento doméstico e responsabilidades. As duas opções têm seus prós e contras: Viver sem laços e viver com laços... Escolha: Beber até cair ou virar natureba?


Todas as alternativas são válidas, mas há um preço a pagar por elas. Quem dera pudéssemos ser uma pessoa diferente a cada 6 meses, ser casados de segunda a sexta e solteiros nos finais de semana.

Ter filhos quando se está bem-disposto e não tê-los quando se está cansado.


Por isso é tão importante o auto-conhecimento.


Por isso é necessário ler muito, ouvir os outros, estagiar em várias tribos, prestar atenção ao que acontece em volta e não cultivar preconceitos.Nossas escolhas não podem ser apenas intuitivas, elas têm que refletir o que a gente é. Lógico q se deve reavaliar decisões e trocar de caminho:


Ninguém é o mesmo para sempre. Mas que essas mudanças de rota venham para acrescentar, e não para anular a vivência do caminho anteriormente percorrido certo ou errado, o caminho(escolha) é nosso.